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quinta-feira, 1 de junho de 2017

Tipos de Saia & Como usá-las

Hello Hello lindezas!

        Hoje vim falar sobre tipo de saias e seus efeitos, as saias são parte do nosso vestuário que deixam as mulheres mais femininas. Por isso hoje resolvi escrever sobre os seus efeitos, de que forma elas podem nos valorizar mais ou disfarçar algo no nosso corpo...

Agora Vai:  

Saia Reta: é um dos modelos mais democráticos. Esse tipo de sai deve ser evitado por pessoas que têm o corpo com formato retangular, já que não ajuda a valorizar a silhueta. 

Saia Lápis:  é mais clássica, não é recomendada a pessoas com o quadril largos, que tenhas ombros largos ou quadris estreitos. No meu ponto de vista é um modelo que só fica  bem em mulheres altas e magras (sem preconceito). 

Saia Evasê : ela é uma mistura de saia Godê e lápis, fica afastada do corpo, mas sem dar tanto volume.

Saia Godê: é um modelo comum, até de mais, ideais para mulheres de ombro largos e quadris estreitos. Por dar mais volumes na parte de baixos e dando um equilíbrio a silhueta. 

Saia Plissada: Ela é básica, sexy e social. Existem curtas e longas, e para gravidas também. E também indicada para o trabalho.

Saia Longa: é o modelo que quase nunca sai de moda, vá nunca sai. É ideal para qualquer tipo de corpo e ocasião, do chique a casual. Eu sou baixinha e um pouco plus size e adoro uma saia longa, porque dá-me um aspecto de mais longa, maior do que sou. 

Saia Midi: É indicado para todo tipo de corpo. Mas no caso das baixinhas se forem usar, devem usar com um salto, e de preferência num tom nude para dar um aspecto de silhueta longa.

Saia Envelope: total femininas, leves que ficam lindamente com blusas de regata, com camisas ou pesas mais chiques. 


Bezitossss!!!!

É errado estar solteira? Gostar de estar solteira?

Hello, Hello minhas lindezas!

Eu acredito que o sonho da maioria das mulheres é casar com um lindo príncipe encantado, como manda a "lei" da sociedade. Mas a sociedade precisa entender também que nem toda mulher cultiva esse sonho... 

      28 anos, aquela idade em que os familiares te questionam : Ainda solteira? 

       Porquê que uma menina/mulher que beira ao 30 anos, linda (talvez..hahahah), bem resolvida e independente, que não cumpriu o seu "papel" social: casar e procriar é um caso de cortar os pulsos e não de dar graças?!

       O que a família e a sociedade precisam saber é que não é um problema pra mim estar/ser solteira. Ter alguém para compartilhar as coisas é bom, mas achar que ter alguém pra  vida é um dos objectivos primordiais, eu já acho demais, mas cada um sabe de si né.

        É incrível, como para algumas sociedades as pessoas se dizerem solteiras soa como um crime, fazendo assim, com que  algumas pessoas se envolvam com outras que se calhar não gostam só para satisfazer a sociedade. Isso sim, ao meu ver é errado, é inaceitável.
Porque se as pessoas pararem um pouco pra pensar, dá para viver a solteirice, ser solteiro, sem levar uma vida bandida, ou de promiscuidade. 


Muitas vezes você é mais feliz solteiro, do que preso num relacionamento sem reciprocidade, de aparência, tentando provar algo pra alguém. 

        Se relacione com você mesma, onde você tem liberdade, paz de espírito e intensidade. Em pleno século XXI você não precisa propriamente do sexo oposto ou do mesmo sexo para ser feliz, se sentir feliz.
Você mesma deve ou pelo menos deveria se bastar, se satisfazer e atingir o ápice da felicidade.

        
        Não escrevo esse post como uma pregação para a solteirice, como se a partir do dia de hoje todos devessem prezar pela solteirice, se você encontrou o amor, a felicidade junto de alguém, se jogue, sê feliz, só não faz disso uma meta, um objectivo de vida, a sua felicidade jamais deve depender de terceiros.

     Apenas quero que a sociedade entenda que não há problema em gostar de estar só, ser solteiro/a... As pessoas ficam bem solteiras, são felizes solteiras...

     Eu só não gosto de ser e nem quero ser aquelas pessoas que se agarram aos seus relacionamento como quem segura uma boiá em um naufrágio, como se fosse a ultima chance de sobrevivência. Eu particularmente não desejo uma vida assim.

     Óbvio que vão haver perguntas do género: « Vai ser assim pra sempre?»
«Não sei. Talvez. Até um dia». « ou até quando Deus quiser ou eu achar alguém que consiga fazer mudar de ideias e que me faça mais feliz do que eu já sou». Porque quando se gosta da vida que leva, não se muda por qualquer coisa. Mas se não vier algo especial, tudo bem, só não quero me deixar levar  pela pressão da sociedade.

Eu entendo que se imaginar sozinho, a viver sozinho, seja algo desesperador, mas quando se nada tanto contra a maré, um dia se aprende a surfar.
E quando acontecer, você não vai se contentar em ficar olhando os outros fazerem. Daí em diante alguém do teu lado só vai ser importante se ela estiver disposta a entrar no mar com você.